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	<title>Comentários sobre Comentários Críticos à Cultura Paraibana</title>
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	<description>Pablo - violonista do grupo Mulambo Acústico. Advogado, especializado em Direitos Culturais</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Oct 2009 23:09:52 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Mulambo Acústico por Ligia</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2009/09/01/mulambo-acustico-um-resumo-breve-querendo-conhecer-mais-e-so-correr-atras/#comment-151</link>
		<dc:creator>Ligia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 23:09:52 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo show no auditório do Inss!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo show no auditório do Inss!</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre A Noite da Beleza Negra &#8211; 19/06/09 por Pablo</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2009/06/04/a-noite-da-beleza-negra-190609/#comment-148</link>
		<dc:creator>Pablo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 23:45:56 +0000</pubDate>
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		<description>É válida a classificação dos homens em etnias? A resposta, é claro, é que não. O homem não é cachorro, pra ter raça. Mas quem foi que inventou essa distinção e tratou como cachorros os negros durante dolorosos 500 anos de Brasil? E agora, como negar a existência de uma negritude, com base numa suposta semelhança que aglutinaria a todos, se a realidade de desemprego, racismo e submissão atestam exatamente o contrário? Mas nós não somos iguais, brancos e negros? Então por que é maior o número de mulheres negras forçadas a se submeter à prostituição, e cada vez mais cedo - como bem atestam as pesquisas oficiais?

A propósito, em que circunstâncias o negro, no contexto histórico e social brasileiros, se viu inserido nos nossos 500 anos de país? 

Outra pergunta boa: faz sentido defender os direitos humanos, nos tempos de hoje? Não é mais fácil reproduzir o já dito e aderir ao discurso do &quot;bandido bom é bandido morto&quot;? 

Lembrando que a etnia negra é disparadamente a camada mais afetada pela violência institucional, policial e prisional, não resta qualquer sombra de dúvida de que a defesa dos direitos humanos termina por coincidir com a defesa dos negros, que são as vítimas tradicionais das suas violações. 

Cadeia. Nesse cruel depósito humano, de maioria negra, tudo é negado: assistência jurídica e de saúde, programas educativos, mas mais que isso, até mesmo espaço físico, luz, alimentação, ar.

Apesar disso, o estereótipo em que têm investido os aparelhos midiáticos oficiais para divulgar a repressão como instrumento de controle tem sido o de identificação da defesa dos direitos humanos com a mera tolerância à bandidagem. E ao que me parece - pasmem! - têm convencido esquerdas e direitas de que o único remédio possível para a contenção da criminalidade é investir em mais prisões, mais polícia e endurecer a repressão, se possível com aplicação da pena de morte e a redução da maioridade penal.

Aventurar-se a defender distribuição da renda, alimentação, educação, saúde como políticas de segurança pública parece uma barbaridade... Mas eu não acho que é... Acho que é propor ao mundo uma realidade inclusiva e - quem sabe? - menos racista...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É válida a classificação dos homens em etnias? A resposta, é claro, é que não. O homem não é cachorro, pra ter raça. Mas quem foi que inventou essa distinção e tratou como cachorros os negros durante dolorosos 500 anos de Brasil? E agora, como negar a existência de uma negritude, com base numa suposta semelhança que aglutinaria a todos, se a realidade de desemprego, racismo e submissão atestam exatamente o contrário? Mas nós não somos iguais, brancos e negros? Então por que é maior o número de mulheres negras forçadas a se submeter à prostituição, e cada vez mais cedo &#8211; como bem atestam as pesquisas oficiais?</p>
<p>A propósito, em que circunstâncias o negro, no contexto histórico e social brasileiros, se viu inserido nos nossos 500 anos de país? </p>
<p>Outra pergunta boa: faz sentido defender os direitos humanos, nos tempos de hoje? Não é mais fácil reproduzir o já dito e aderir ao discurso do &#8220;bandido bom é bandido morto&#8221;? </p>
<p>Lembrando que a etnia negra é disparadamente a camada mais afetada pela violência institucional, policial e prisional, não resta qualquer sombra de dúvida de que a defesa dos direitos humanos termina por coincidir com a defesa dos negros, que são as vítimas tradicionais das suas violações. </p>
<p>Cadeia. Nesse cruel depósito humano, de maioria negra, tudo é negado: assistência jurídica e de saúde, programas educativos, mas mais que isso, até mesmo espaço físico, luz, alimentação, ar.</p>
<p>Apesar disso, o estereótipo em que têm investido os aparelhos midiáticos oficiais para divulgar a repressão como instrumento de controle tem sido o de identificação da defesa dos direitos humanos com a mera tolerância à bandidagem. E ao que me parece &#8211; pasmem! &#8211; têm convencido esquerdas e direitas de que o único remédio possível para a contenção da criminalidade é investir em mais prisões, mais polícia e endurecer a repressão, se possível com aplicação da pena de morte e a redução da maioridade penal.</p>
<p>Aventurar-se a defender distribuição da renda, alimentação, educação, saúde como políticas de segurança pública parece uma barbaridade&#8230; Mas eu não acho que é&#8230; Acho que é propor ao mundo uma realidade inclusiva e &#8211; quem sabe? &#8211; menos racista&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Na Defesa do Funk por Pablo</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/01/29/na-defesa-do-funk/#comment-147</link>
		<dc:creator>Pablo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 16:38:12 +0000</pubDate>
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		<description>Depois de uns anos após escrever esse post, encontrei essa monografia muito interessante para os que se interessarem em pesquisar sobre o funk. Tá no site do overmundo.
http://www.overmundo.com.br/banco/direito-e-cultura-popular-o-batidao-do-funk-carioca-no-ordenamento-juridico</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uns anos após escrever esse post, encontrei essa monografia muito interessante para os que se interessarem em pesquisar sobre o funk. Tá no site do overmundo.<br />
<a href="http://www.overmundo.com.br/banco/direito-e-cultura-popular-o-batidao-do-funk-carioca-no-ordenamento-juridico" rel="nofollow">http://www.overmundo.com.br/banco/direito-e-cultura-popular-o-batidao-do-funk-carioca-no-ordenamento-juridico</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Ménage à trois por Pablo</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/07/30/menage-a-trois/#comment-146</link>
		<dc:creator>Pablo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 16:14:50 +0000</pubDate>
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		<description>À vontade... Só preserva a identidade autoral, blz?
Aquele abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>À vontade&#8230; Só preserva a identidade autoral, blz?<br />
Aquele abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Ou Negro ou Europeu. por Haddammann</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/01/05/ou-negro-ou-europeu/#comment-137</link>
		<dc:creator>Haddammann</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 15:07:53 +0000</pubDate>
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		<description>Em tudo quanto é civilização o ser humano anotou: !Cuidado com o elogio! Mas nunca os covardes e dependurados em interesses se dão conta; até que atônitos vêem reverter desgraças sobre si mesmos. Assim como de vinte anos pra cá a gana de domínio das “novas” cruzadas religiosas destroçaram a nossa educação civil e nos sitiaram com flagelos, desespêro, e violência; assim vemos na nossa cara a fuga de negros para a Europa. Incapacitados de tomar atitudes em sua própria terra, pois a religião os dizima, e os torna apáticos, enquanto come suas riquezas, vende seus órgãos, vende seus filhos; então, agora são usados para sitiar com flagelo e violência as cidades desenvolvidas (como vimos muito bem fazerem aqui no Brasil; com a imputação desvairada de igrejas e ‘seguranças’ em tudo que é lado; entupindo de sandices nossas escolas, nossas músicas, nossa liberdade; impregnando de violência nossos esportes, nossas convivências, exterminando nossos clubes, açulando um falso racismo, amordaçando nossa Imprensa, adulando nossos Exércitos, e infiltrando-se deformando nossos partidos políticos). As cidades que já não suportam mais o parasitismo psicológico que impõe fantoches através de teo-pulhíticas se tornaram alvos, e os pulhas passaram a disseminar a farsa de “protetores” das famílias para os jovens terem seus pais tutelados por crápulas alcoviteiros sem-escrúpulos (que pregam e disseminam que pessoas se vendem), para nenhum garoto ou garota e nenhum de nós sequer termos chance de tentar saltar a cerca das senzalas-mistas rumo à liberdade. Não importa a pele: Quem leva um filho pra pastor e padre ou diferentes caras dessa coisa, alimenta o desespêro, a violência, o descambo civil. Olhem com atenção tudo e verão em cada segundo desses (des)governos que se sustentam em lacaios covardes a fomentação da violência, do mentiroso conluio de descompromisso com a Terra e da insana devastação e depredação da Natureza e da Sociedade e de nossa Civilização.  Se temos ainda algum tipo de brio então havemos que tomar uma posição pessoal ao olhar nossa sorte de a Natureza  nos propiciar consciência para sabermos nos preservar.  A mesma consciência e estudos nos deu a História e expõe na nossa face o que estamos a fazer; e se continuarmos repetindo a insensatez da mentirada da hipocrisia parasita em que sempre nos dependuramos, teremos a conta da extinção de nossos dias, todos desgraçados por nós mesmos, por nossa sujeição à canalhice de pulhas usurpadores de nossas produções e riquezas. Aprontemos defesa à nossa Civilização.
Haddammann Veron Sinn-Klyss</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tudo quanto é civilização o ser humano anotou: !Cuidado com o elogio! Mas nunca os covardes e dependurados em interesses se dão conta; até que atônitos vêem reverter desgraças sobre si mesmos. Assim como de vinte anos pra cá a gana de domínio das “novas” cruzadas religiosas destroçaram a nossa educação civil e nos sitiaram com flagelos, desespêro, e violência; assim vemos na nossa cara a fuga de negros para a Europa. Incapacitados de tomar atitudes em sua própria terra, pois a religião os dizima, e os torna apáticos, enquanto come suas riquezas, vende seus órgãos, vende seus filhos; então, agora são usados para sitiar com flagelo e violência as cidades desenvolvidas (como vimos muito bem fazerem aqui no Brasil; com a imputação desvairada de igrejas e ‘seguranças’ em tudo que é lado; entupindo de sandices nossas escolas, nossas músicas, nossa liberdade; impregnando de violência nossos esportes, nossas convivências, exterminando nossos clubes, açulando um falso racismo, amordaçando nossa Imprensa, adulando nossos Exércitos, e infiltrando-se deformando nossos partidos políticos). As cidades que já não suportam mais o parasitismo psicológico que impõe fantoches através de teo-pulhíticas se tornaram alvos, e os pulhas passaram a disseminar a farsa de “protetores” das famílias para os jovens terem seus pais tutelados por crápulas alcoviteiros sem-escrúpulos (que pregam e disseminam que pessoas se vendem), para nenhum garoto ou garota e nenhum de nós sequer termos chance de tentar saltar a cerca das senzalas-mistas rumo à liberdade. Não importa a pele: Quem leva um filho pra pastor e padre ou diferentes caras dessa coisa, alimenta o desespêro, a violência, o descambo civil. Olhem com atenção tudo e verão em cada segundo desses (des)governos que se sustentam em lacaios covardes a fomentação da violência, do mentiroso conluio de descompromisso com a Terra e da insana devastação e depredação da Natureza e da Sociedade e de nossa Civilização.  Se temos ainda algum tipo de brio então havemos que tomar uma posição pessoal ao olhar nossa sorte de a Natureza  nos propiciar consciência para sabermos nos preservar.  A mesma consciência e estudos nos deu a História e expõe na nossa face o que estamos a fazer; e se continuarmos repetindo a insensatez da mentirada da hipocrisia parasita em que sempre nos dependuramos, teremos a conta da extinção de nossos dias, todos desgraçados por nós mesmos, por nossa sujeição à canalhice de pulhas usurpadores de nossas produções e riquezas. Aprontemos defesa à nossa Civilização.<br />
Haddammann Veron Sinn-Klyss</p>
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		<title>Comentário sobre Aprisco. por Clarrissa Yemisi</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/12/17/aprisco/#comment-136</link>
		<dc:creator>Clarrissa Yemisi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 04:13:24 +0000</pubDate>
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		<description>Humrrum, o &#039;amor&#039; de carne e osso é muito saudável. Não sei porque os amantes inventam essas conversas fiadas pra disfarçarem a salivação diante do pedaço de carne. Deve ser o gosto pela arte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Humrrum, o &#8216;amor&#8217; de carne e osso é muito saudável. Não sei porque os amantes inventam essas conversas fiadas pra disfarçarem a salivação diante do pedaço de carne. Deve ser o gosto pela arte.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre  por thais</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/01/14/58/#comment-134</link>
		<dc:creator>thais</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 21:55:38 +0000</pubDate>
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		<description>muito bom</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Aprisco. por Pablo</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/12/17/aprisco/#comment-133</link>
		<dc:creator>Pablo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 02:45:06 +0000</pubDate>
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		<description>Pretensamente sinceros?... Obrigado pela sutileza da crítica... Não concordo com ela, mas sei que é um ponto de vista olhado de outra perspectiva. Por que eu discordo? Porque entendo que o desejo sexual é natural e deve mesmo ser estimulado. Porque é gostoso, porque é saudável, porque alimenta a auto-estima e, acima de tudo, porque gera uma corrente de afetividade entre os indivíduos, quando exercitado de forma sã e com respeito. Eis o porquê de eu pensar  impertinente achar que desejo e coisificação da mulher são sinônimos. Onde há respeito, não há instrumentalização. Há sentimento. É verdade que o sentimento que eu creio possível não é o &quot;amor felizes para sempre&quot;, porque isso não existe. Eu acredito no amor de carne e osso - porque o meu espírito (e o seu também!) é de matéria pura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pretensamente sinceros?&#8230; Obrigado pela sutileza da crítica&#8230; Não concordo com ela, mas sei que é um ponto de vista olhado de outra perspectiva. Por que eu discordo? Porque entendo que o desejo sexual é natural e deve mesmo ser estimulado. Porque é gostoso, porque é saudável, porque alimenta a auto-estima e, acima de tudo, porque gera uma corrente de afetividade entre os indivíduos, quando exercitado de forma sã e com respeito. Eis o porquê de eu pensar  impertinente achar que desejo e coisificação da mulher são sinônimos. Onde há respeito, não há instrumentalização. Há sentimento. É verdade que o sentimento que eu creio possível não é o &#8220;amor felizes para sempre&#8221;, porque isso não existe. Eu acredito no amor de carne e osso &#8211; porque o meu espírito (e o seu também!) é de matéria pura.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Aprisco. por Clarrissa Yemisi</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/12/17/aprisco/#comment-132</link>
		<dc:creator>Clarrissa Yemisi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 18:19:50 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Na verdade, na verdade, o cachorro está ligando pro pedaço de carne&quot;.

Eis a frase mais verdadeira do texto. Acho interessante escritos pretensamente sinceros como esse, caro. Tu és safado mas pelo menos confessa, não chega a ser cínico como os demais, rs.

A instrumentalização da mulher, a reificação dela, a destinação que lhe é atribuída para o prazer sexual é algo legitimado, banal e desumano. Não que não haja quem goste de ser coisa, quem não se divirta em ser o brinquedo da brincadeira, mas não deixa de ser uma coisa desagradável essa &#039;atuação&#039; descarada&#039;, essa investida dissimulada...

Talvez se pudesse haver homens e mulheres com sangue a correr nas veias e sem alma, sem personalidade. Talvez a gente fosse mais feliz... ou não. Talvez não tivesse &quot;graça&quot;.

No fim das contas, o &quot;bom&quot; é aprender a fingir e fingir que se crê no fingimento (próprio e alheio) e ainda não lamentar-se por isso. Dar conta do papel de protagonista na condição de figurante.

E somos, todos, figurantes, nesse espetáculo grotesco.

Beijo, moço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Na verdade, na verdade, o cachorro está ligando pro pedaço de carne&#8221;.</p>
<p>Eis a frase mais verdadeira do texto. Acho interessante escritos pretensamente sinceros como esse, caro. Tu és safado mas pelo menos confessa, não chega a ser cínico como os demais, rs.</p>
<p>A instrumentalização da mulher, a reificação dela, a destinação que lhe é atribuída para o prazer sexual é algo legitimado, banal e desumano. Não que não haja quem goste de ser coisa, quem não se divirta em ser o brinquedo da brincadeira, mas não deixa de ser uma coisa desagradável essa &#8216;atuação&#8217; descarada&#8217;, essa investida dissimulada&#8230;</p>
<p>Talvez se pudesse haver homens e mulheres com sangue a correr nas veias e sem alma, sem personalidade. Talvez a gente fosse mais feliz&#8230; ou não. Talvez não tivesse &#8220;graça&#8221;.</p>
<p>No fim das contas, o &#8220;bom&#8221; é aprender a fingir e fingir que se crê no fingimento (próprio e alheio) e ainda não lamentar-se por isso. Dar conta do papel de protagonista na condição de figurante.</p>
<p>E somos, todos, figurantes, nesse espetáculo grotesco.</p>
<p>Beijo, moço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Banksy por Sérgio Vilar</title>
		<link>http://criticaparaibana.wordpress.com/2008/01/14/banksy/#comment-130</link>
		<dc:creator>Sérgio Vilar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 22:19:30 +0000</pubDate>
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		<description>Banksy é o cara, amei o trabalho dele.
Ele é foda \o/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Banksy é o cara, amei o trabalho dele.<br />
Ele é foda \o/</p>
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